RO deve abolir vacina contra aftosa em 2019


O Estado será um dos primeiros a deixar de vacinar o rebanho bovino contra a aftosa.

A partir de maio de 2019, Acre e Rondônia, além de municípios do Amazonas e do Mato Grosso, começarão a abolir a vacinação contra a febre aftosa. A previsão é de que até maio de 2021 todo o país deixe de vacinar o rebanho e, até maio de 2023, o País inteiro poderá ser reconhecido pela OIE como livre da aftosa sem vacinação, conforme prevê o Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa.

Em maio, durante assembleia geral que será realizada em Paris, o Comitê Científico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) deverá oficializar o Brasil como país livre da febre aftosa com vacinação. Segundo o diretor do Departamento de Saúde Animal do Mapa e representante do Brasil na OIE, Guilherme Marques, com o relatório enviado pelo Brasil, a ausência da circulação do vírus no país e as medidas adotadas para evitar a doença, o Comitê Científico enviará sua recomendação do Brasil livre da aftosa com vacinação aos países integrantes da OIE. Mas, o Comitê recomendou ao Brasil reforçar a vigilância das fronteiras com a Venezuela e Colômbia para evitar eventual reingresso da doença no País.

Em setembro do ano passado, o Mapa encaminhou pedido de reconhecimento do Amazonas, Amapá, Roraima e parte do Pará, como áreas livre de aftosa com vacinação, que não havia solicitado até então. Em novembro, o assunto foi tratado por uma equipe de febre especializada em aftosa formada por cientistas indicados pelos países da OIE. E o grupo encaminhou recomendações favoráveis ao pleito brasileiro ao Comitê Científico da organização.

Por Mapa


EDIÇÃO DE HOJE Nº 118

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