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Delegacia ouve três vereadores; prefeito deve depor após dia 10

Caso veio à tona no final de 2019, após depoimento de servidora da Secretaria Municipal de Saúde


Pelo menos três vereadores já foram ouvidos pela Delegacia de Combate à Corrupção (Deccor) no episódio relativo a uma suposta armação contra o prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) e que foi revelada pela servidora da Saúde Elizabete Maria de Almeida.

O prefeito também foi intimidado recentemente para prestar depoimento sobre o episódio. Conforme apurou o MidiaNews, ele pode escolher uma data para depor a partir do próximo dia 10.

Emanuel teria, inclusive, interesse em ser ouvido o mais breve possível.

O delegado José Ricardo Garcia Bruno é o responsável pelo inquérito.

O caso veio à tona no final do ano passado, quando a servidora Elizabete acusou o prefeito de comprar vereadores para votarem pela cassação do colega Abílio Júnior (PSC), que responde a um processo na Comissão de Ética na Câmara.

No entanto, após repercussão do fato ela desmentiu as acusações e acusou o próprio Abílio de participar da armação contra o prefeito.

Ainda segundo informações obtidas pela reportagem, o vereador Ricardo Saad (PSDB) prestou depoimento à Deccor na última quinta-feira (30).

Também foram ouvidos nos últimos dias os vereadores Juca do Guaraná (Avante) e Chico 2000 (PL).

Depoimento de servidora

Em depoimento à  Deccor no dia 7 de janeiro, a servidora, que trabalha no Hospital São Benedito, admitiu que participou de uma "armação" contra o prefeito.

Nesta ocasião, ela entregou o celular com imagens e outras mídias ao delegado José Ricardo.

Entre os vídeos, está um encontro da servidora com o vereador Abílio no Hotel Delmond, na noite de 26 de novembro. Na ocasião ainda estariam presentes quatro advogados.

O encontro teria ocorrido um dia antes de a servidora registrar um boletim de ocorrência na Defaz. No B.O. ela relatou que esteve na casa do vereador Juca do Guaraná (Avante) e presenciou o prefeito pagando uma suposta propina a vereadores de Cuiabá para agilizar a cassação de Abílio, que responde a um processo na Comissão de Ética da Câmara.

No entanto, no depoimento feito a Deccor, a servidora confessou que nunca esteve na casa do Juca do Guaraná.  E afirmou que, mesmo sabendo da armação, Abílio a incentivou a manter a versão mentirosa.

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