Médico obstétrico de Rolim de Moura é denunciado por paciente após sofrer violência obstétrica


Uma mulher procurou a delegacia de Polícia Civil de Rolim de Moura após sofrer violência obstétrica por parte de um médico obstétrico identificado pelas iniciais como DR E.R.R.P que trabalha há muitos anos no hospital municipal de Rolim de Moura,RO.

Segundo informações da vítima que foi para o hospital ganhar o bebe e o que era para ser um momento de alegria acabou sendo um momento de terror e medo, a paciente solicitou na hora do parto que seu esposo acompanhasse o parto, sendo negada pelo médico a entrada do marido da paciente.

O médico disse que para a paciente se por acaso houvesse insistência do esposo da paciente em assistir o parto, o médico não iria fazer o parto e sem autorização da paciente o médico rompeu a bolsa da paciente.

Segundo a paciente a mesma sofreu muitas violências psicológicas no intuito de forçar uma cesária, a paciente se sentiu constrangida e foi maltratada por este médico, após esta denuncia feita por esta paciente, outros casos semelhantes como o dela apareceu também onde outras pacientes deste médico passou pela mesma situação.

Após o parto o médico usando a ignorância fez uma sutura completamente mal feita deixando uma cicatriz horrível deixando ainda mais as pacientes e choque.

Esta paciente em sua rede social expôs todo o ocorrido sobre esta situação, veja no texto abaixo feito pela paciente no seu facebook.

Pois é, não havia, seria ali mesmo, o médico olhou para mim e disse: “olha, não sei se vai dar certo, mas você pode continuar tentando você fez sua escolha preferiu ficar com elas (doula e amiga enfermeira), elas fizeram tudo errado com você e agora você terá que sofrer as conseqüências, talvez o seu útero tenha rompido e o seu feto não consiga. Eu super assustada perguntei se podíamos ouvir o bebê e ouvimos, estava tudo bem com o bebê, ele era forte e os batimentos cardíacos estavam em 140 por minuto. Mas isso não foi o suficiente para o Dr. ele continuou indagando: “Olha já vou te falar, teremos que fazer a episiotomia se não você pode se rasgar toda”, a enfermeira disse a mesma coisa e ainda completou: “O seu bebê é grande será impossível não fazer”. O médico continuou dizendo: “Eu tenho mais estudo que essa menina (ele se referia a doula), tenho livros e livros de estudo e ela o que tem”? Agora eu te pergunto, aonde foi que ele estudou que aprendeu a tratar uma paciente assim?Onde ele aprendeu fazer uma cirurgia assim? Enquanto eles falavam todas essas coisas, eu estava ali gritando de dor, eu pedi varias vezes para levantar, eu queria levantar, eu queria agachar, sentia meu corpo pedindo isso, então ele veio e de novo fez o toque, meu Deus eu já havia perdido as contas de quantas vezes ele já havia feito e de como era horrível, então ele disse: “Seu colo do útero ainda esta duro, não vai dar tempo, vamos ter que fazer cesárea”. Como assim, colo do útero duro? Eu não compreendia nada naquele momento, mas não tinha mais para onde ir, a não ser a mesa de cirurgia. Fui carregada para o centro cirúrgico, lá eu mal consegui subir na mesa de cirurgia, sentia muita dor e o desespero era maior que qualquer outra coisa. Eu chorava, mas tive que engolir o choro e me calar. Lembro-me perfeitamente de ter apenas três pessoas na sala, a enfermeira, o médico e outro médico auxiliar. Foi “Ele” mesmo que aplicou a anestesia em mim, achei estranho, mas naquele momento a única coisa que eu queria era ver o fim de tudo aquilo, era ver meu filho bem.

Estas foram o desabafo desta paciente que relatou em sua rede social o descaso que sofreu por parte do médico e isto não pode ocorrer, pois o paciente já entrar em estado de choque nervoso e o médico ainda piora a situação.

Nossa equipe procurou a direção do hospital para falar sobre o assunto:

O diretor do Hospital Municipal de Rolim de Moura Reinaldo Macedo nos relatou que só teve conhecimento dos fatos através das redes sociais e que em nenhum momento foi procurado tanto pelo paciente quanto pelas autoridades e que segundo ele, somente quem tinha conhecimento total dos fatos era a direção cilinica do hospital.

O diretor nos informou que enquanto não ser notificado oficialmente pela direção clinica ou por outras autoridades, fica dificil fazer alguma coisa somente com as postagens sem nada oficialmente em mãos.

Disse ainda que mesmo com estas denuncias feitas pelo facebook a direção geral do hospital esta buscando saber a verdade, a direção geral só poderá tomar providencias após a direção clinica encaminhar formuladamente a denuncia da paciente para direção geral, desta maneira com base no boletim de ocorrência policial e a denuncia formulada, ai, sim, poderá abrir uma sindicância contra o médico para saber exatamente o que ocorreu.

Segundo Reinaldo o médico não poderia ter proibido o esposo da paciente a assistir o parto, e de qualquer maneira mesmo não sendo notificado está apurando o caso até que chegue para ele o documento, se caso comprovar o ocorrido o caso será passado para o conselho de medicina para que seja tomada as devidas providencias, após ser passado o caso para o conselho, não será mais de responsabilidade do hospital municipal.

O diretor do hospital lamenta o ocorrido e e se deixa a disposição para prestar esclarecimento sobre o caso, mesmo que tenha ocorrido cerca de uma semana de sua gestão.

Fonte: Www.Rondonianews.com

Imagem Facebook

Alex Tedeschi


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