Cooperativa anuncia construção de hospital em Vilhena


Cooperados da Sicoob/Credisul (Cooperativa de Crédito de Livre Admissão do Sudoeste da Amazônia) comemoraram o alcance de uma marca histórica: a conquista de R$ 1 bilhão em ativos. O anúncio foi feito pela diretoria da cooperativa na pré-assembleia de Vilhena, realizada na sexta-feira, dia 27, com a presença de cerca de 1.400 cooperados da cidade. Com essa marca, a Sicoob alcança o título de maior cooperativa de crédito de Rondônia e uma das maiores empresas do Estado. “Esta é uma conquista de todos os cooperados. É uma conquista fenomenal para uma empresa fundada há pouco mais de 17 anos e que nos enche de orgulho”, afirma o presidente da Sicoob Credisul, Ivan Capra.

O lugar de destaque entre as cooperativas de Rondônia garante também uma ótima colocação em nível nacional. Desde 2014, a Sicoob/Credisul figura no ranking das 100 maiores cooperativas de crédito do País. “Isso evidencia ainda mais a força de nossa cooperativa”, ressalta o diretor executivo, Vilmar Saúgo.

Outra notícia comemorada durante a pré assembleia foi o resultado financeiro da instituição, que fechou 2017 com R$ 44.353.345,14, entre sobras e juros ao capital social. Deste valor, R$ 8.217.181,70 corresponde aos juros sobre o capital social, que já foram pagos aos cooperados em dezembro passado; e R$ 36.136.163,44 correspondem às sobras, o que equivale ao lucro dos bancos. Em relação ao valor das sobras, os cooperados decidiram destinar R$ 20.059.037,90 para o fundo de reserva; R$ 1.987.488,99 para o Fundo de Assistência Técnica Educacional e Social (Fates); e R$ 14.089.636,55 para serem distribuídos aos associados, proporcionalmente aos negócios que cada um tem com a cooperativa.

Do valor destinado à distribuição, 90% irá direto para a conta corrente dos cooperados e 10% será investido em ações sociais na comunidade. Aí é que vem a grande notícia. Os cooperados do sul de Rondônia e dos municípios matogrossenses de Sapezal, Campos de Júlio e Comodoro, decidiram apoiar como ação social a construção de um hospital em Vilhena.

O projeto de construção de um prédio hospitalar atende ao 7º Princípio do Cooperativismo, que é o “Interesse pela Comunidade”, e será desenvolvido em várias etapas. O primeiro aporte de recursos se dará por meio de doação dos cooperados de Rondônia e Mato Grosso dos 10% das sobras de 2017, que equivale a cerca de R$ 1,2 milhão. “O projeto tem um caráter tão nobre que os cooperados de Cuiabá e Várzea Grande, por espontânea vontade, também decidiram doar o valor destinado às ações sociais daquelas cidades para a construção do hospital em Vilhena, mesmo não tendo previsão para utilizá-lo”, ressalta Vilmar Saúgo.

Além disso, será estabelecido um fundo de contribuição mensal de R$ 30 por cooperado, por aproximadamente dois anos. “É uma contribuição, logo não é obrigatório. Mas já fomos procurados por vários cooperados que manifestaram interesse em contribuir com valores bem maiores, o que é possível também”, diz Ivan Capra, lembrando que o primeiro débito ocorrerá no período de 1º a 5 de junho de 2018.

Para dar suporte ao projeto será criada uma associação integrada por membros do conselho administrativo e fiscal da Sicoob Credisul. Também será formada uma comissão de construção, para promover ações de arrecadação e fiscalizar a aplicação dos recursos e andamento da obra. Além do R$ 1,2 milhão já doados pela Sicoob Credisul, o projeto já conta com uma área para a construção do hospital, doada pelo empresário João Carlos de Freitas.

A diretoria da cooperativa adianta que além do atendimento particular, o hospital trabalhará com diversos planos de saúde e convênios, inclusive o SUS. “Nossa intenção é criar uma unidade hospitalar de referência para atender toda a região. Será uma tarefa árdua, mas possível, pois já temos experiência neste tipo de ação”, diz Ivan Capra. O presidente do Conselho Administrativo da Sicooob Credisul se referia à construção do Hospital de Amor da Amazônia, de Porto, Velho, na qual a cooperativa, junto com outras singulares que integram o sistema, doaram mais de R$ 2,5 milhões para sua conclusão.

Por RedaçãoDIÁRIO DA AMAZÔNIA


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