Capital fecha 2.448 novas admissões


Este foi o melhor janeiro em seis anos, segundo informou Ministério do Trabalho.

O mercado de trabalho brasileiro começou 2018 abrindo vagas com carteira assinada, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados na últuma sexta-feira (2) pelo Ministério do Trabalho.

Em janeiro, as contratações formais superaram as demissões em 77.822 vagas, informou o governo. O saldo positivo é a diferença entre as contratações (1.284.498) e as de demissões (1.206.676).

Segundo a pesquisa, este foi o melhor janeiro em seis anos, ou seja, desde 2012, quando foram abertas 118.895 vagas. Também foi a primeira vez, em quatro anos, que as contratações superaram as demissões no mês de janeiro.

Em Rondônia o saldo do emprego formal de janeiro fechou com 7.113 novas admissões com carteira assinada, já o número de desligamentos no Estado supera com 7.507. Porto Velho fechou o mês de janeiro com 2.448 novas admissões, superando a queda de empregos que no ano passado chegou a -1.087, já o número de desligamentos de janeiro deste ano superou o de admissões com 2.912.

O município de Ji-Paraná com concentração populacional de 130 mil habitantes continua aquecendo os números de novas admissões, fechando o mês de janeiro com 1.229 empregos com carteira assinada, no ano passado a soma de vagas formais foi de 1.121, chegando a colocar o município no ranking entre as cinquenta cidades brasileiras que mais geraram empregos em 2017. O aumento dos empregos na região é associado ao crescimento do agronegócio e ao forte comércio local, mas a construção do Shopping Center na cidade continua sendo um grande impulsionador para surgimento de novos postos de trabalho. Vilhena apresentou melhora com 882 novos postos superando os últimos dois anos, em Cacoal foram preenchidos 571 novas oportunidades, número superior ao do ano passado quando fechou 2017 com 361 admissões.

O setor que mais se destacou no mês de janeiro foi o da indústria de transformação com o saldo de 198 novos postos de trabalho, já a agropecuária fechou o mês com 180 admissões, mas os setores de comércio, serviços e construção civil apresentam queda.

Por Jaylson VasconcelosDIÁRIO DA AMAZÔNIA


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