Fraude com ingressos para Adele e Hamilton chega a US$ 81 milhões


Autoridades dos Estados Unidos revelaram nessa sexta-feira (27/01) um processo criminal contra dois homens acusados ​​de executar um esquema de pirâmide envolvendo a revenda de ingressos para eventos populares como shows da Adele e o musical da Broadway Hamilton.

Joseph Meli e Steven Simmons foram presos e acusados ​​de fraude de valores mobiliários, fraude telefônica e conspiração, de acordo com o escritório do advogado norte-americano Preet Bharara, em Manhattan. Os advogados dos réus não foram localizados.

As autoridades disseram que os réus levantaram milhões de dólares de investidores que estariam ajudando a financiar a compra de grandes lotes de ingressos para grandes shows e musicais. Esses ingressos seriam revendidos e o lucro convertido para os investidores – a promessa era de retorno de dezenas de milhares de dólares.

De acordo com a investigação, apenas uma pequena parcela dos US$ 81 milhões arrecadados pelos golpistas – de pelo menos 125 investidores em 13 estados norte-americanos – foi para o negócio de revenda de ingressos, de fato. US$ 48 milhões foram usados ​​para pagar os investidores, enquanto o restante foi gasto em joias, aulas particulares, apostas nos casinos de Atlantic City e outras despesas pessoais.

Os documentos do tribunal citam que Meli disse a um suposto parceiro, que depois decidiu cooperar com os promotores, em um telefonema de 30 de dezembro que "seria impossível para qualquer um no planeta Terra [descobrir o esquema], a menos que você dissesse o que fizemos".

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