Otan diz que pretende evitar tortura após declarações de Trump


Secretário-geral da OTAN disse que continuará seguindo legislação internacional em qualquer interrogatório do grupo

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, afirmou nesta quinta-feira (26/1) que a aliança continuará a seguir a legislação internacional em qualquer interrogatório que conduza, o que busca reforçar a ideia de que a aliança evitará a tortura ou outras técnicas duras com suspeitos.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou anteriormente que a tortura funciona e que ele acredita que os EUA deveriam "enfrentar o fogo com fogo". Questionado sobre se as declarações de Trump eram consistentes com os valores da aliança, Stoltenberg não respondeu de maneira direta. Segundo ele, as operações da Otan "são sempre conduzidas de acordo com a lei internacional".

"Esse tem sido o caso com todos os interrogatórios ao longo de muitos anos", afirmou Stoltenberg. "Esta é a política da Otan e continuará a ser a política da Otan."

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Nos EUA, democratas e republicanos têm criticado o elogio da tortura feito por Trump e a avaliação pública dele de que poderiam ser retomadas as técnicas duras de interrogatório da era George W. Bush.

Os líderes da Otan têm evitado se envolver em uma disputa direta com Trump já que os EUA são o mais importante membro da aliança. O novo presidente em alguns momentos tem feito duras críticas à Otan. O novo secretário de Defesa dele, James Mattis, por outro lado, foi comandante da Otan e é um defensor da aliança.

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