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Universitário é preso com duas submetralhadoras artesanais calibre 9 milímetros e 38 munições


Segundo a Polícia Civil, Jorge José de Melo Cahu Neto, de 19 anos, tentava vender o armamento, que já foi usado em crimes no Recife.

Um estudante universitário foi preso com duas submetralhadoras calibre 9 milímetros de fabricação artesanal e três carregadores com 38 munições, no bairro da Guabiraba, na Zona Norte do Recife. Segundo a Polícia Civil, Jorge José de Melo Cahu Neto, de 19 anos, tentava vender para bandidos o armamento, que já foi usado em crimes na mesma região.

A prisão do universitário e as apreensões ocorreram na quarta-feira (8) e foram divulgadas nesta segunda-feira (13), durante entrevista coletiva, no Recife. A captura ocorreu na BR-101 e o jovem responde por porte ilegal de arma de uso restrito.

Segundo a polícia, as armas são semiautomáticas e têm capacidade de efetuar um disparo por vez. Já os equipamentos semelhantes produzidos em fábricas podem fazer sequência de tiros.

Submetralhadoras de fabricação artesanal e munições foram apreendidas no recife com um univesritário — Foto: Polícia Civil/Divulgação

“As armas estavam prontas para uso e os carregadores têm capacidade para até 50 munições”, afirmou o delegado Diego Bem.

Segundo o policial a investigação começou a partir de informações de roubos praticados nos bairros da Guabiraba e Macaxeira, com armamentos desse tipo. “Ficamos sabendo que esse homem estaria com essas armas. Encontramos ele em um posto aguardando um comprador”, comentou o delegado.

O policial acrescentou que a polícia investiga, agora, as pessoas que estavam usando e quem produziu os armamentos.

“O universitário disse que recebeu dinheiro para transportar as armas. Sabemos que algumas vítimas reconheceram que esses equipamentos foram usados em crimes em bancos e estabelecimentos comerciais. Precisamos saber se esse homem estava nessas ações”, disse.

Sobre o comprador das submetralhadoras, o delegado informou que a polícia já fez a identificação. “É um homem que tem passagem pelo sistema prisional por tráfico de drogas”, observou.

Por G1 PE


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